Alguns Sonhos

Sonhos – #o Segredo do Sol

O Universo cria realidades paralelas, e todas essas realidades são iguais, embora sejam bastante diferentes entre si. Amélia estava preocupada como sempre em alimentar-nos e manter-nos felizes, usando suas vestes simples e rosadas ofereceu-nos uma sobremesa muito boa, com frutas e um pouco de álcool. Amélia é mulher simples, não mede forças para servir. Quando começamos o banquete, eis que entra José. José poderia ser para Amélia o que o vento é para as plantações. Mas, para José, o ar era diferente: não sabia o que fazer. Talvez nem tenha visto que o banquete foi servido por Amélia. Talvez nem tenha visto Amélia. Começou a falar, pois precisava dividir suas dores com os presentes e precisava que eles o ouvissem. Concordamos em conceder-lhe o espaço.

Disse-nos que agora estava morando na capital, em Paris e quando disse isso, sentiu-se uma radiação amarela, política em sua natureza. Nesta realidade, ele estava defendendo coisas por sua família: começou então, a escrever uma carta aos presentes. Dizia nela que sempre seria de centro-direita, terminou a carta com esses dizeres, mas os motivos pelos quais dizia isso poderiam ser vistos, mas não ouvidos. Portanto, como ele desejava ser ouvido, os nossos ficaram ocupados com ele. Nós, como bons amigos que somos, tentamos dissuadi-lo da ideia. Após uma conversa que também não foi bem ouvida, descobrimos que ele não era realmente de centro-direita, mas que estava fazendo um papel que lhe era necessário naquele momento. Prestava-se a este serviço e este papel pela sua família, repetiu.

É incrível como o Universo funciona, e eu só queria dizer pra você que sou muito grata pela maneira como ele o faz.

Sonhos – #o Debate

Você tem que prestar mais atenção aos arredores para reconhecer quem realmente está por lá. Tem que aprender a fazer mais do que enxergar, enxergar é embaçado. Olhei melhor e vi nossa doce Melinda entre os passantes, de cabelos negros e flores em seus cabelos, com traços leves e muita pintura. Melinda trazia em suas mãos alguns objetos, ela tem mais de quatro delas. Voltei-me para focalizar o que havia em suas muitas mãos, mas logo ouvi uma interferência forte, de uma tecnologia antiga mas eficaz. O rosto de Melinda pareceu explodir em muitas fagulhas de cor violeta e vermelha, enquanto ouviram-se máquinas vorazes, que nos transportaram até um debate televisivo. Engraçadas, as multidimensões. Você pode interagir com elas, apesar de serem todas iguais. Fomos levados à nossa amiga Heather, que sofria neste debate por sentir que estava perdendo, até que ao sentir nossa presença, como um encantamento ou um sonho percebeu que era com um saco de batatas, ou pano de chão, com quem debatia. Vamos chamá-lo de saco de batatas. Ao perceber e ver que seu oponente era apenas um saco de batatas, quase perdeu a compostura e desandou a rir, mas logo sorriu e isso a trouxe de volta. Apesar de seu bondoso sorriso, infelizmente os equipamentos e parafernália diziam que não havia nada a se fazer, que a batalha havia sido perdido e a batata, vencido. Que sua popularidade era maior, e que nós deveríamos nos conformar e voltar à nossa atividade normal. Tentamos fazer algo, mas estava fora de nosso alcance.

Os sonhos são mais do que sonhos. Se aprendemos a ver, aprendemos que se conectam não só com o presente, mas com o passado e o futuro, também. E que a cola que nos permite viajar é o Amor em suas diferentes formas, e claro, diferentes sofrimentos que sua falta ocasiona.

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23.08.18

Lua do Propósito, passando para a Lua do Desafio, que começou hoje. Ontem foi o último dia da Lua do Propósito, dia no qual eu me propus a escrever um monte de coisas. Queria terminar a série dos papéis, queria estabelecer um bando de objetivos, escrever sobre a troca de ondas em minha agenda Maia. Mas, após conversa que tive com minha mãe decidi por bem descansar e me dar um tempo, afinal ninguém aqui está correndo contra o relógio. Eu mesma me cansei de ter que estar no horário exato para todas as coisas como se isso fosse questão de vida ou morte. Lembro-me de uma vez em que perguntei, em voz alta, se não estavam cansados daquilo. Ninguém me ouviu, como é comum. É melhor ir fazendo as malas, pensei.

Então, eu tenho que passar de um propósito, que tem de ser bem definido, bom o bastante para convencer minha mãe de que ela não terá de fazer meu trabalho sujo por mim desta vez, para um desafio, isso naturalmente me faz pensar que meu propósito carrega em si um desafio.

Hoje tenho a alegria de pensar que possuo sim um propósito, e que sei como irei alcançá-lo.

Tenho também categorias de objetivos e sub-objetivos, criadas para/por mim com o objetivo de me divertir.

Há muitas coisas a serem incluídas. Tantas que eu nem sei por onde começar. Eu devo tê-las escrito em algum lugar, eu escrevo até pelas paredes. Eu simplesmente nunca paro. Eu e esta minha cabeça cheia de sonhos, sorriu ele poeticamente.

O propósito é o seguinte: seguir minha intuição e deixar que ela me leve a algum lugar. Creio que o desafio está em saber intuir. Não deixe que ninguém intua por você.

Aos Amigos

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Strangely Charming

So how is it charmed, if strange is all I hear.

Anyway, here I am, a day in delay

To say charmed is the other extreme of strange.

Though I also hear distant into the distance

And nobody has said anything about distant.

Charmed it is, charmed it will be

I have nothing to fear.

Charmed it was, charmed it has been

Though no one’s seen what I saw.

Strange and distant, say the ones who like to see no future,

And the ones who are out on the look for something other than strange.

When your brain’s strange

It shows you the real sound behind states of matter,

and a state that we’d all like to forget.

So when I’m alone, because alone is also inculcated in strange and distant,

which we hear under severe distortions before loose, don’t forget,

I don’t feel alone

Because the other side is charmed,

And charmed I am

To always have somebody by my sides.

I can’t possibly ask anybody to understand it,

Therefore I have nobody but you who actually understand it.

Thanks for playing that role dear.

There’s no fear in being alone because alone is a state of matter which hasn’t quite been created.

At least they failed miserably.

sea of holes

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If you’re John Lennon then where’s your Yoko?

“Now I find myself in some sort of junction on the road, where I can take more than two (three actually) paths and I have to choose which path to go on. There’s nobody there and not even an animal, I’m just alone in a car and on the road.

These three paths shine different types of light on me, but if the lights separate I might go into repeat again; therefore, I feel there is no need to choose where to turn, because all I want to do is stand at this junction and observe. It’s night time and the road shines in moonlight. There’s no fear there, just some normal obscurity. So I stay there all night, just looking at the night sky from within my car. I parked by the road, on the grass. I’m drinking (I should have left that one out, but this is a dream so you can’t have dream police arrest you) and thinking. I’m wearing worn out boots. When the morning comes, it’s time to drive. A man comes and offers to keep me company. I think this man might be my animus. He’s plain, he’s not an old fatso, he’s a good friend and all he wants to do is to keep me company because he thinks although I’m able to go there myself it does not make any sense whatsoever that a person like me would not have company to get to where she wants to go which would sound outrageous when pronounced.

I already know where I’m going. There was never any doubt when I was standing at the junction, that was a service of contemplation. An exercise. And a good part of me will always contemplate and go back to this junction. I find the choice easy because the road is only one, and the different paths will lead to whatever destination I decided to go in the first place. So, we go. He really just wants to be of company because that is only logical”.

The junction is a reference to the Devil on the crossroad. The separation of light equals Sades battling Eros for dominance. The obscurity is the Moon. It’s normal. The grass is the fear of Death overcome by Mother Earth. Alcohol is sacrificial ritual, sacrificial blood. The boots are always Rock’n’Roll. Driving is getting on with your life. A man is your animus, always, if you’re a woman. Or if you’re a man but secretly living one of your past lives as a woman. The plain man is the simplification of the old man. The rest is all my opinion.

 

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To My Friend Franz

Franz is a nice young man. He’s always happy. He’s never sad. That’s how at least he would like or would prefer to be seen by many.

Franz always complains when he is not happy. But how can he complain when he’s not happy if he’s never not happy?

Franz would like some things to be different for him.

Franz, I would like that for me too. But not everything functions in perfect manners as I’m sure you can hear.

Franz Do you think you are to blame for other people’s deflections?

Franz, Love is always the same. When you ask me about how imma get through the day, I say to you, how can I not go by through the day when something that never changes is always on its way to never change? Love is that stable thing.

That’s all I want to say to you for now. Enjoy your day.

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A story about a fictional rock star that I invented in my mind

So I am going to write another one of my deflections and completely fictional stories about a rock star that I invented in my mind. I have really created this entire rock star. He’s a fictional character that appears out of time and is shaped exactly according to my dark needs. He doesn’t have a name, though he’s known in the Indian literature as Kamsa, Krishna’s uncle.

You see Kamsa knew Krishna would come to this world and that he would be killed by Krishna, who comes to this world specifically to kill demons.  Knowing this, Kamsa imprisoned his sister and her husband and started murdering all their children, new born after new born. What a lovely thing to do.

It’s a jungle out there.

Anyway, Kamsa carried on with his already predestinate activities, after all Kamsa is a good philosopher. He convinces people. He even convinced his Holy Sister and his amazing Brother-In-Law that he was acting in good faith. Well who wouldn’t want to forgive their brothers and sisters.

Having murdered six of Krishna’s siblings, Kamsa de-incarcerated both of them and probably went back to his territory. I haven’t read the rest of it yet. You know Kamsa has to follow the command of the senses, otherwise people in the future will have nothing to do.  Of course he let the Holy Child go, but the other ones, the normal and godless children, it’s ok to kill them. No probs.

That’s what I’m here to talk about. The things you do because they were meant to be. That reminds of when WikiHero made Dotard win the elections because he was acting to whatever future he knew the world would have. The Simpsons said it, after all. We then have to follow.

Oh, sorry, I deflect. I said the rockstar I made up in my mind was named Kamsa at some point of his past. Kamsa is afraid of death, so he does what he came in for. And he is good. He convinces the people (I might have said that already).

The thing I most wanted to say though, is, it is ok if you have deals with him. I guess everybody had to deal with Kamsa at some point, for he once owned all the Kingdom and all the Land.

And if you’ve had dinners with Kamsa and his wife, did you make sure to check on them for me?

Anyway, here’s how the story ends: Kamsa owns all the land(ie)s. And he is willing to fight to keep all of them.

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O inversor de visão

Funciona no começo da manhã e ao final dela. Talvez pare por algum segundo entre esses dois extremos, e pode reiniciar de novo nos dois quartos dos dois extremos. Funciona de novo na hora do almoço e ainda mais depois dele; refunciona no reinício da tarde e aumenta seu poder quando a tarde termina e reinicia de novo. Depois quando ela finalmente se apaga, quando ela bate o ponto e pode ir pra casa, aí está o inversor de novo. O que ele inverte? Ele inverte coisas. Coisas em geral. E continuando, a noite, a noite não pode ser dividida em nenhum pedaço. Tente. Veja o que acontece. Observe a linha do horizonte através da janela grande do seu carro e por entre as frestas que os prédios permitem, de dentro de todas suas bondades. Eles não pediram para estar ali. Informe-nos de seu tamanho.

O que? Diga de novo? O que, sobre o inversor? O inversor pode ser um instrumento de guerra, porém é o melhor instrumento para a compreensão de múltiplas realidades.

Como pode ISSO ser o melhor instrumento? Bem, ele te faz compreender as coisas pelo lado obscuro. Você acha que não pode mergulhar no escuro? Bem, o Universo é feito de luz com pequenos sóis negros?

O que, um exemplo? Tenho vários exemplos práticos. E se Josemari estivesse consciente do que estava fazendo? Ela fez isso de propósito? Quis me ensinar alguma lição? Mas, quem é ela para me ensinar uma lição? Bem, ela é minha amiga. Se não me esqueci ainda, tivemos algumas conversas legais à luz da lua. E eu lembro de tê-la visto sob uma atmosfera diferente. O que eu estava falando? Ah sim, ela não estava pronta para me ensinar uma lição. Quem ela pensa que é? Bem, considerando a extensão de Josemari, talvez ela saiba do que está falando.

Posso continuar eternamente.

Isso não se chama bipolaridade. Isso se chama dualidade. Corre em suas veias.

Bem, acho que isto não se caracteriza como uma pergunta sua. Mas eu quero te dar uma informação adicional. Posso? Posso, creio que isso te incomoda. Não me importo com situações conflituosas. Elas são consequências de processos. Se algo não deu certo no presente, pode dar certo no passado.

Como pode dar certo no passado? Só há brigas no passado! Só há sangue no passado!

Bem, use o inversor (ele possui um poder absurdo devido a certas máquinas) várias vezes, use quantas vezes precisar, e quem sabe você possa reinterpretar algo?

Todos a bordo. Desejamos-lhe uma boa viagem. Agora, preciso encontrar o caldo em cubos. Não sei onde está, nem se consigo encontrá-lo. Até mais.

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